Quem somos
Somos um Instituto de Vida Religiosa Ativa, chamado a viver e testemunhar o amor de Cristo no mundo. Nosso carisma é curar as chagas de Cristo naqueles que sofrem, resgatar e ser resgatado, através da oração, da vida fraterna, das obras sociais e da missão.
Porque vivemos
Vivemos para despertar nos corações e no mundo o desejo de paz, de conversão e de uma vida plena em Deus, sendo sinal visível da presença do Senhor entre os homens.
Chamados por Deus. Unidos por um propósito.
Somos ponte entre o coração de Deus e o coração do mundo.
“Tudo o que fizestes a um desses pequeninos, a mim o fizestes.” (Mt 25.40)
Carisma
Curar as chagas de Cristo Naquele que sofre. Nosso carisma é guiado pelo gesto do Bom Samaritano, que não passa indiferente diante do sofrimento, mas se aproxima, se compadece e cuida com ternura. Cada pessoa ferida pelo abandono, pela solidão, pela injustiça ou pela dor carrega as chagas de Cristo. Curar essas feridas é mais do que um ato de bondade: é um encontro com o próprio Jesus, que sofre nos marginalizados e esquecidos. Assim, somos chamados a ser presença de misericórdia e amor, como o samaritano que reconheceu no desconhecido um irmão digno de cuidado
Espiritualidade
Consolar o Cristo que sofre na cruz. Inspirada na presença de João e Maria aos pés da Cruz (Jo 19,25-27). Nossa espiritualidade nasce do silêncio e da fidelidade daqueles que permanecem firmes ao lado do Cristo Crucificado. Maria, a Mãe, e João, o discípulo amado, representam os corações que não fogem da dor, mas a abraçam com amor. Consolar o Cristo que sofre na cruz é escolher estar presente onde muitos se afastam. É orar com os que choram, esperar com os desesperados e amar até o fim, mesmo quando não há mais palavras, apenas presença.
“Mulher, eis aí o teu filho… Eis aí tua mãe.”
(Jo 19,26-27).
O Filho do Homem veio buscar e salvar o que estava perdido.”
(Lc 19,10)
Missão
Resgatar e ser resgatado. Uma missão de amor que transforma a todos. A missão não é um caminho de superioridade, mas de humildade e comunhão. Ao estendermos a mão para resgatar quem está caído, também reconhecemos nossa própria fragilidade e necessidade de salvação. Jesus nos resgata para que possamos resgatar. E ao nos colocarmos a serviço do outro, somos transformados: deixamos de ser apenas instrumentos para também nos tornarmos destinatários da graça
